Quem Somos


A Creche PAJEM – Proteção e Amparo a Criança Jerônimo Mendonça, foi constituída em cinco de dezembro de mil novecentos e noventa e dois e por Sr. José Pellegrino Neto e sua empresa Nippon Chemical Ind. e Com. De San.E Det. Prof. Eireli.

Em vinte três de abril de mil novecentos e noventa e nove, firmou-se a parceria com a Prefeitura Municipal de Indaiatuba através de sua Secretaria da Educação. A Entidade leva o nome do Mentor espírita Jeronimo Mendonça, o mesmo foi palestrante e escritor, um grande trabalhador pelas causas sociais. A Organização foi criada sem fins lucrativos tendo como finalidade a Educação Infantil de caráter assistencial e educacional às crianças em sua maioria carentes, dando-lhes amparo, educação e instrução.



Nossos Parceiros





Nossa Missão


A Creche PAJEM – Proteção e Amparo a Criança Jerônimo Mendonça é uma Entidade voltada para o compromisso social e educacional desde sua criação e tem por missão proporcionar as crianças o desenvolvimento seguro de suas potencialidades. Proporcionar a sociedade mais dignidade, cidadania, educação, esperança, através de projetos que priorizem o desenvolvimento humano e educacional da criança.



Proposta Pedagógica.



A Proposta Educacional
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Creche Pajem tem como compromisso garantir uma educação de qualidade. O trabalho educativo é planejado com base na importância da afetividade e no desenvolvimento cognitivo vinculado ao contexto social, promovendo o conhecimento de si e do outro e ampliando seu universo cultural por meio das brincadeiras, oferecendo a cada criança uma rotina diversificada, cheia de oportunidades e vivências significativas para a sua formação integral. Para nós, educar significa estar junto, construir, vivenciar, atuar, trocar, ceder, descobrir e humanizar. Educar significa respeitar a criança, permitir sonhar, inventar, imaginar, criar e descobrir.



" A CRIANÇA É FEITA DE CEM

A criança é feita de cem.
A criança tem cem mãos, cem pensamentos, cem modos de pensar, de jogar e de falar.
Cem, sempre cem modos de escutar as maravilhas de amar.
Cem alegrias para cantar e compreender.
Cem mundos para descobrir. Cem mundos para inventar.
Cem mundos para sonhar.
A criança tem cem linguagens (e depois, cem, cem, cem),
mas roubaram-lhe noventa e nove.
A escola e a cultura separam-lhe a cabeça do corpo.
Dizem-lhe: de pensar sem as mãos, de fazer sem a cabeça, de escutar e de não falar,
De compreender sem alegrias, de amar e maravilhar-se só na Páscoa e no Natal.
Dizem-lhe: de descobrir o mundo que já existe e, de cem,
roubaram-lhe noventa e nove.
Dizem-lhe: que o jogo e o trabalho, a realidade e a fantasia, a ciência e a imaginação,
O céu e a terra, a razão e o sonho, são coisas que não estão juntas.
Dizem-lhe: que as cem não existem. A criança diz: ao contrário, as cem existem."


Loris Malaguzzi* "